Por que a maioria dos projetos de IA para no piloto
A demonstração funciona, todo mundo aplaude e o projeto morre ali. Nos ambientes que a RFX encontra, o motivo quase nunca é o modelo. São três outros:
o caso de uso foi escolhido pela tecnologia e não pelo processo, o dado da empresa passou a circular em ferramenta pública sem ninguém decidir isso,
e o custo só apareceu na fatura do mês seguinte.
Colocar IA em produção é menos sobre escolher o modelo certo e mais sobre responder três perguntas antes de ligar: quanto isso pode custar no pior dia,
o que acontece com o dado pessoal e o que acontece quando o modelo erra. Quem não responde isso no desenho responde depois, na reunião difícil.
Como a RFX entra
- 01. Escolher o caso de uso pelo processo. Onde há leitura, escrita ou triagem repetitiva, com volume medido antes de começar
- 02. Fundação segura na sua conta. Isolamento do dado, IAM sem permissão ampla, guardrail no caminho da chamada e trilha de auditoria
- 03. Produção com freio. Teto de gasto verificado antes de consumir token, limite de uso por origem e fallback quando o modelo falha
- 04. Governança que continua. Política de uso, inventário do que o time já usa por fora e revisão de custo mês a mês
O que a RFX usa, e quando
Serviço errado é a forma mais cara de errar em IA. O critério é o problema, não a moda:
- Amazon Bedrock quando o problema é de linguagem: resumir, classificar, extrair, redigir, conversar. Modelo trocável por configuração
- Bedrock Guardrails sempre que houver dado de terceiro: PII anonimizada, tópicos negados e defesa contra prompt attack
- Knowledge Bases quando o material não cabe no contexto e a resposta precisa citar a fonte. Corpus pequeno não justifica banco vetorial
- Bedrock AgentCore quando a IA precisa executar e não só responder, com identidade própria do agente e política antes de cada ação
- Textract, Comprehend e Transcribe quando um serviço de tarefa específica resolve mais barato que um modelo de fundação
- Amazon Kiro no time de desenvolvimento, com spec, convenção versionada e revisão humana do que a IA escreve
Quando o problema é prever número sobre dado tabular, e não gerar texto, o caminho é Amazon SageMaker AI, com o Canvas como porta de entrada.
A RFX orienta essa escolha, e diz na cara quando o seu caso não é de IA generativa.
Segurança, LGPD e Shadow AI
Antes de perguntar qual modelo usar, vale perguntar qual dado sai da empresa. O time provavelmente já usa IA por conta própria, colando texto em ferramenta pessoal no navegador,
e bloquear no firewall só move o uso para o celular. A RFX levanta o uso que já existe, oferece um canal governado que seja melhor que a alternativa e escreve a política curta
do que pode e do que não pode com dado de cliente. Consentimento, quando existe, é ato humano registrado, nunca inferido pelo modelo.
Onde a RFX não é a melhor escolha
Treinar modelo do zero, rotular dado em massa e projeto de IA sem dono do processo do lado do cliente. Nesses três casos a RFX diz isso na primeira conversa,
em vez de vender um piloto que não vai a lugar nenhum.