Leitura do repositório e do fluxo
Como uma demanda vira código hoje, onde está o dado sensível, qual pipeline roda e quais ferramentas o time usa. Sai daqui a escolha de plano e região.
IA e Desenvolvimento · Kiro
Kiro, a IA agêntica da AWS para desenvolvimento de software, trabalha com o contexto e as regras que o time dá a ele. A RFX leva para o seu repositório o steering, o padrão de spec, os hooks, as permissões do agente e a governança de dado e custo, e deixa o time operando tudo isso.
Um assistente que completa a linha é revisado linha a linha. Um agente lê o repositório, escreve em vários arquivos, executa comandos e chama ferramentas externas. A pergunta deixa de ser só "o código ficou bom?" e passa a ser o que o agente sabe do projeto, o que ele pode executar e quem aprova cada etapa.
O Kiro responde a essas perguntas com arquivos que ficam no repositório: steering para a convenção do time, specs para requisito, desenho e tarefas, hooks para automação por evento e regras de permissão para o que o agente executa. Adotar o Kiro é decidir o conteúdo desses arquivos para o seu time e colocá-los sob revisão, como qualquer código.
Para times que usam os plugins do Amazon Q Developer na IDE, a AWS anunciou o fim do suporte em 30/04/2027 e indica o Kiro para recursos semelhantes. A troca de ferramenta é a ocasião certa para registrar o método junto; o passo a passo por editor está em Amazon Q Developer para o Kiro, e a visão geral do produto, no guia do Kiro. A adoção do Kiro faz parte do pilar de IA aplicada da RFX.
.kiro/steering/, mais arquivos por domínio (API, testes, dados) carregados só quando o agente mexe nos arquivos daquele domíniorequirements.md, design.md e tasks.md em PR antes do código.kiro/hooks/, com dono e propósito documentadosallow, ask e deny por capacidade, .kiroignore para o que o agente não lê e a rota de distribuição das regras: arquivo do usuário, agente versionado no repositório ou política central no EnterpriseOs exemplos abaixo seguem a sintaxe da documentação oficial do Kiro, com o link de cada recurso. São o ponto de partida que a RFX adapta ao repositório e ao fluxo de cada time. Os exemplos são para o time técnico; quem decide pela adoção pode ir direto a Decisões de arquitetura e a Segurança, LGPD e custo.
O steering é markdown em .kiro/steering/. Os três arquivos de base são product.md, tech.md e structure.md.
O que separa um steering útil de um decorativo é o modo de inclusão: always entra em toda interação, fileMatch entra quando o agente trabalha em arquivos do padrão, manual entra sob demanda e auto entra quando a descrição combina com a solicitação.
Armadilhas que a RFX corrige primeiro:
always. A convenção de banco entra quando o agente edita CSS. Arquivo por domínio com fileMatch mantém o contexto enxuto~/.kiro/steering/. A convenção do time mora no repositório---
inclusion: fileMatch
fileMatchPattern: ["src/api/**/*.ts", "src/routes/**/*.ts"]
---
# Convenções de API REST
- Rotas no plural e em kebab-case: /faturas, /faturas/{id}/itens
- Erro sempre no formato do contrato:
{ "codigo": "FATURA_NAO_ENCONTRADA", "mensagem": "..." }
- Rota nova entra primeiro no contrato:
#[[file:docs/api/openapi.yaml]]
- Entrada validada na borda pelo schema do contrato;
o handler recebe o dado já validado.
## Por quê
O contrato é consumido pelo app e por integrações externas.
Mudança fora dele quebra cliente sem aviso.
Guia completo da RFX: Steering no Kiro, com modos de inclusão, estrutura recomendada e exemplos de arquivo.
Uma spec gera três artefatos: requirements.md (ou bugfix.md, na spec de correção), design.md e tasks.md.
Na spec de funcionalidade, os critérios de aceitação seguem a notação EARS: WHEN [condição] THE SYSTEM SHALL [comportamento].
Na spec de correção, o comportamento que não pode mudar entra como WHEN [condição] THEN the system SHALL CONTINUE TO [comportamento atual], que é a forma de registrar a regressão que o time quer evitar.
As decisões que a RFX fixa no padrão do time, a partir das boas práticas oficiais:
tasks.md# Requisitos: cancelamento de assinatura pelo portal
## Requisito 1
**História:** Como assinante, quero cancelar a assinatura
pelo portal, para encerrar a renovação sem abrir chamado.
### Critérios de aceitação
1. WHEN o assinante confirma o cancelamento
THE SYSTEM SHALL encerrar a renovação automática e
registrar data, hora e canal da solicitação
2. WHEN a assinatura tem fatura em aberto
THE SYSTEM SHALL exibir o valor pendente antes da
confirmação
3. WHEN o serviço de cobrança está indisponível
THE SYSTEM SHALL manter a assinatura ativa e informar
que a solicitação não foi concluída
Guia completo da RFX: Specs no Kiro, com o checklist de revisão de cada arquivo e a execução em ondas.
Um hook é um JSON em .kiro/hooks/ que reage a um evento: prompt enviado, arquivo salvo, criado ou apagado pelo agente, antes e depois de uma ferramenta, antes e depois de uma tarefa de spec, fim do turno do agente (a lista completa está nos tipos de hook).
A ação é um comando de shell ou um prompt para o agente. A escolha entre os dois é a decisão de arquitetura que mais pesa no dia a dia:
PostFileSave dispara a cada arquivo que o agente salva, gasta crédito e pode abrir um ciclo se pedir ao agente que reescreva o próprio arquivo. Comece por um padrão estreito e defina o timeout do comando, que por padrão é de 60 segundos segundo a documentação{
"version": "v1",
"hooks": [{
"name": "Lint on save",
"trigger": "PostFileSave",
"matcher": "\\.(ts|tsx)$",
"action": { "type": "command", "command": "npx eslint --fix" }
}]
}
Guia completo da RFX: Hooks no Kiro, com os gatilhos, o bloqueio antes da ferramenta e cinco hooks de referência.
As permissões são regras por capacidade (shell, fs_read, fs_write, mcp) com efeito allow, ask ou deny.
Três propriedades da documentação orientam o desenho: o efeito mais restritivo vence e nenhum allow derruba um deny; o comando de shell é dividido em ;, &&, || e |, e cada parte é conferida; e as regras ficam em ~/.kiro/settings/permissions.yaml ou num arquivo por usuário fora do repositório, de modo que um repositório clonado não injeta regra.
A consequência prática é que a política do time não chega pelo permissions.yaml de um commit. Pelos escopos da documentação, há três rotas para distribuí-la, e a RFX escolhe com o time pelo trade-off de cada uma:
~/.kiro/settings/permissions.yaml instalado no onboarding aceita allow, ask e deny, mas vale por máquina e depende de cada pessoa manter a versão em diapermissions do arquivo de agente em .kiro/agents/ fica no repositório e passa por pull request; vale para quem usa aquele agente, como o revisor do pipelinemanaged-settings.json distribuído por MDM só aceita deny e ask e, se estiver inválido, o Kiro falha fechado. Segundo a documentação de políticas de permissão, a aplicação é no cliente e pode ser contornada por quem tem acesso de administrador na própria máquina
Dois pontos que a documentação deixa explícitos e que entram no treinamento: segundo a seção Autopilot versus supervised mode, os dois modos dão as mesmas capacidades ao agente, e o Supervised é fluxo de revisão, não controle de segurança; e no modo headless não há a quem perguntar, então todo ask vira deny.
Para leitura, o .kiroignore usa a sintaxe do .gitignore e tira arquivo do alcance do agente, inclusive das buscas.
allow amplo no shell. Liberar "git *" libera também o push. O exemplo abaixo libera só leitura do git e os scripts de teste e lint, e nega o resto que é sensívelrules:
# leitura do git e scripts do projeto, sem publicar pacote
- capability: shell
effect: allow
match: ["git status", "git diff *", "git log *", "npm test*", "npm run lint*"]
exclude: ["npm publish*"]
# nunca, em nenhum modo
- capability: shell
effect: deny
match: ["git push *", "rm -rf *", "sudo *"]
# segredo fora do alcance do agente
- capability: fs_read
effect: deny
match: ["**/.env", "**/.env.*", "secrets/**", "**/*.pem"]
Guia completo da RFX: Governança de IA no código, com os seis escopos de permissão, o managed-settings.json e a trilha de auditoria.
A configuração de MCP do workspace fica em .kiro/settings/mcp.json e prevalece sobre a do usuário.
O exemplo conecta o AWS Documentation MCP Server, com aprovação automática só para as ferramentas de leitura, e um servidor interno remoto com o token lido de variável de ambiente.
"autoApprove": ["*"]. Aprova toda ferramenta do servidor, inclusive as que escrevem. A aprovação automática é lista explícita de ferramentas de leitura${VARIAVEL}, e na IDE o Kiro só expande variável aprovada na configuração "Mcp Approved Env Vars"@latest, como a documentação do servidor. No arquivo do time, a RFX fixa a versão para que a atualização passe por revisão como qualquer dependênciadisabledTools tira a ferramenta do alcance do agente, e só se instala servidor de origem confiável{
"mcpServers": {
"aws-docs": {
"command": "uvx",
"args": ["awslabs.aws-documentation-mcp-server@latest"],
"env": {
"FASTMCP_LOG_LEVEL": "ERROR",
"AWS_DOCUMENTATION_PARTITION": "aws"
},
"autoApprove": ["search_documentation", "read_documentation"]
},
"backlog-interno": {
"url": "https://mcp.example.com/mcp",
"headers": { "Authorization": "Bearer ${BACKLOG_MCP_TOKEN}" },
"autoApprove": [],
"disabledTools": ["delete_issue"]
}
}
}
Guia completo da RFX: MCP no Kiro, com Powers, servidores da AWS e credencial de curta duração.
O modo headless da CLI roda um prompt sem sessão interativa, autenticado pela variável KIRO_API_KEY.
Segundo a documentação, a chave de API existe nos planos Pro, Pro+, Pro Max e Power, e em assinatura gerida por administrador ele precisa liberar a geração antes. No pipeline, a chave vem do cofre de segredos do CI, nunca do repositório.
--trust-all-tools no CI. Aprova toda ferramenta numa execução que ninguém acompanha. A RFX usa --trust-tools com a lista exata de ferramentas de leitura, como no exemplo oficial de revisão de PR--require-mcp-startup, a execução falha com código 3 se o servidor não subir, em vez de rodar sem a ferramenta e devolver uma análise incompleta# KIRO_API_KEY injetada pelo cofre de segredos do CI
curl -fsSL https://cli.kiro.dev/install | bash
kiro-cli chat --v3 --no-interactive \
--trust-tools=read_file,grep_search \
"Revise as mudanças deste PR em busca de problemas de segurança"
O script de instalação traz sempre a última versão da CLI. Em produção, a RFX não deixa o pipeline depender disso: a versão é homologada e fixada numa imagem de runner ou num artefato interno, e cada atualização entra por pull request. O desenho completo está em Kiro CLI no pipeline.
Cada linha é uma decisão que a RFX leva para o time tomar com os dois lados à vista. O critério vem do contexto do time, não de uma preferência da ferramenta.
| Decisão | Trade-off | Como a RFX decide |
|---|---|---|
| Contas individuais ou gestão Enterprise | Os níveis Pro, Pro+, Pro Max e Power são os mesmos nos dois casos; a diferença é a camada de gestão. O Enterprise traz login único (Okta, Entra ID e AWS IAM Identity Center), registro central de modelos e servidores MCP e conteúdo fora da melhoria do serviço; os planos individuais começam mais rápido | Time que trabalha com dado de cliente ou precisa de trilha central vai para o Enterprise. Piloto curto em repositório sem dado sensível pode começar em contas individuais, com o opt-out configurado |
| Autopilot ou Supervised | Autopilot reduz interrupção; Supervised pede revisão a cada ação. As capacidades são as mesmas nos dois | O limite real fica nas regras de permissão. O modo é escolha de ritmo do dev, e começa em Supervised nas primeiras semanas |
| Seleção de modelo: Auto ou fixa | O modo Auto escolhe o modelo por tarefa; o modelo fixo deixa os resultados comparáveis entre sessões | Modelo fixo nos primeiros ciclos, para o time calibrar steering e spec com uma variável a menos. Auto depois que o padrão estabiliza |
| Quick Spec ou spec com aprovação | A Quick Spec gera tudo de uma vez; a spec com aprovação pausa em cada etapa para revisão | Quick Spec para o que o time domina. Domínio novo, regra fiscal, dado pessoal e integração externa passam pela aprovação por etapa |
| Hook de comando ou de agente | Comando é determinístico e não consome crédito; agente julga, mas custa crédito e tempo | Tudo que tem resposta certa vai para comando. Agente só onde o julgamento é o valor do hook |
| Steering no repositório ou global | O global segue o dev em todo projeto; o do workspace é revisado pelo time e vence em conflito | Convenção do time no repositório. Global só para preferência pessoal, ou distribuído por MDM quando é padrão da empresa |
Fontes: Kiro Enterprise, permissões, kiro.dev (modo Auto), specs, boas práticas de hooks e steering.
A documentação de proteção de dados separa o que muda por plano.
No Free e nos planos individuais, o conteúdo pode ser usado para melhoria do serviço, sujeito ao opt-out em Settings, Telemetry and Content, e fica armazenado em US East (N. Virginia).
No Free Tier, a mesma página prevê ainda a retenção das entradas por até 60 dias para detecção de abuso, fora do alcance do opt-out; por isso o Free não entra em piloto com código de cliente.
No Enterprise, o conteúdo não é usado para melhoria do serviço e fica na região do perfil: US East (N. Virginia) ou Europe (Frankfurt) nas regiões comerciais. São Paulo aparece só como região do IAM Identity Center, onde ficam as identidades.
O Kiro Web está disponível apenas em us-east-1, roda num sandbox gerenciado na nuvem e fica fora das regras de permissão, do .kiroignore e dos hooks: habilitar ou não as Cloud Sessions é uma decisão própria do administrador.
A criptografia em repouso usa chaves do AWS Key Management Service (AWS KMS), e o administrador do Enterprise pode configurar chave gerenciada pelo cliente.
A leitura completa das duas páginas oficiais está no guia do Kiro, na seção de dados e LGPD.
Para a LGPD, isso significa transferência internacional de dados sempre que dado pessoal chega ao contexto do agente.
A RFX trata a questão em duas frentes: tira do alcance do agente o que não precisa estar lá (.kiroignore, regra de fs_read e steering que proíbe dado real em prompt e fixture) e registra a base e o plano escolhidos na avaliação do controlador.
A documentação também lembra que o agente acessa arquivos locais, variáveis de ambiente e credenciais AWS da máquina: o perfil AWS usado com o Kiro é de leitura, como no exemplo de escopo do Kiro na operação.
O custo é por crédito. A página de preços, consultada em 15/10/2026, lista os planos Free, Pro, Pro+, Pro Max e Power, com cota mensal de créditos por usuário que não acumula para o mês seguinte. Nos planos individuais, o uso além da cota vem da compra de pacotes de créditos adicionais a US$ 0,04 por crédito, cobrados na compra e com validade de 12 meses. No Enterprise, o excedente começa desabilitado e, quando o administrador habilita, é cobrado a US$ 0,04 por crédito no fechamento do mês. A governança que a RFX monta junto: hook de comando no lugar de hook de agente onde a resposta é determinística, steering enxuto por domínio, Quick Spec só no que o time domina e acompanhamento do consumo por usuário no primeiro mês. O método de estimativa está em Custo de IA generativa na AWS, e a forma de provar o retorno, em Como medir a adoção de IA no time.
Quatro etapas, com o time do cliente fazendo junto. O que é produzido fica no repositório e é do time. Veja um exemplo de escopo com specs do Kiro no catálogo de projetos.
Como uma demanda vira código hoje, onde está o dado sensível, qual pipeline roda e quais ferramentas o time usa. Sai daqui a escolha de plano e região.
A convenção do time em .kiro/steering/, o arquivo base de permissões com o passo de instalação, o .kiroignore e os servidores MCP com escopo.
Um item do backlog vira requisitos, desenho e tarefas revisados em PR. O time executa as tarefas e confere o resultado antes de seguir.
Hooks versionados, a CLI no pipeline com ferramentas de leitura, a política de uso escrita e a revisão do consumo de créditos com o time.
Uma oficina online e gratuita, em turmas recorrentes e pequenas. Cada participante usa o Kiro no próprio repositório, ou num de teste, com um arquiteto acompanhando cada bloco. É a forma de o time ver o método funcionando no próprio código antes de decidir pela adoção.
Condição de crédito informada pela AWS: "Teste por até 3 meses o Kiro Power, a IA agêntica para desenvolvimento da AWS, no plano mais completo, com crédito da AWS." Solicitações até 31/12/2026; depois de solicitado, o time tem 3 meses de crédito.
Sujeito à aprovação da AWS. Sem compromisso de continuidade. Pela leitura da RFX, o plano mais completo da página de preços do Kiro é o Power; a condição vale conforme a AWS confirmar na aprovação.
Ver a próxima turma da oficinaKiro, a IA agêntica da AWS para desenvolvimento de software. Segundo o kiro.dev, ele transforma prompts em specs executáveis, com requisitos, desenho e tarefas antes do código, segue as convenções do time registradas no steering e roda como IDE, CLI e na web.
Instalar dá a cada dev um agente com as configurações padrão. Adotar é decidir, para o time, o que o agente sabe do projeto (steering), como uma demanda vira spec revisada, o que roda automaticamente (hooks), o que o agente pode executar (permissões e MCP) e quanto isso custa. Esses artefatos ficam no repositório e passam por revisão como código.
Duas páginas oficiais tratam do tema e precisam ser lidas juntas. A página Enterprise do Kiro declara que o conteúdo não é usado para treinar modelos de fundação nas assinaturas Pro, Pro+, Pro Max e Power. A documentação de proteção de dados lista "model training" entre os usos possíveis do conteúdo coletado para melhoria do serviço no Free e nos planos individuais, com opt-out na IDE em Settings, Telemetry and Content, e informa que no Enterprise o conteúdo não é usado para melhoria do serviço. No Free Tier, a documentação prevê ainda a retenção das entradas por até 60 dias para detecção de abuso, fora do alcance do opt-out. Antes de levar código de cliente ao agente, a RFX recomenda reconciliar as duas declarações por escrito com a AWS e adota como configuração mínima o Enterprise, com o opt-out ligado em qualquer conta individual que participe do piloto e sem o Free no piloto com código de cliente. A leitura completa está no guia do Kiro.
Segundo a documentação do Kiro, no Free e nos planos individuais o conteúdo fica armazenado na região US East (N. Virginia); no Enterprise, na região do perfil, entre US East (N. Virginia) e Europe (Frankfurt) nas regiões comerciais. Como os dois casos são fora do Brasil, a RFX trata o uso como transferência internacional de dados na avaliação de LGPD e define, no steering e no .kiroignore, o que fica fora do contexto do agente.
O Kiro cobra por créditos, com uma cota mensal por plano (de 50 créditos no Free a 10.000 no Power) que não acumula para o mês seguinte, segundo a página de preços do kiro.dev consultada em 15/10/2026. Nos planos individuais, o uso além da cota vem da compra de pacotes de créditos adicionais a US$ 0,04 por crédito, cobrados na compra e com validade de 12 meses. No Enterprise, o excedente começa desabilitado e, quando o administrador habilita, é cobrado a US$ 0,04 por crédito no fechamento do mês. A RFX desenha a adoção para gastar crédito onde há julgamento: verificação determinística vai para hook de comando, que segundo a documentação de hooks não consome créditos.
A AWS anunciou o fim do suporte aos plugins do Amazon Q Developer para IDEs em 30/04/2027 e indica o Kiro para recursos semelhantes, com guia de migração no kiro.dev. A adoção assistida aproveita a troca para levar ao repositório o que o plugin não guardava: convenção do time, specs e regras do agente versionadas.
A condição informada pela AWS à RFX é: "Teste por até 3 meses o Kiro Power, a IA agêntica para desenvolvimento da AWS, no plano mais completo, com crédito da AWS." Sujeito à aprovação da AWS. Solicitações até 31/12/2026; depois de solicitado, o time tem 3 meses de crédito. Sem compromisso de continuidade. Pela leitura da RFX, o plano mais completo da página de preços do kiro.dev é o Power, o de maior cota de créditos; a condição vale conforme a AWS confirmar na aprovação. A RFX orienta a solicitação, e a oficina Kiro na Prática apresenta o caminho passo a passo.
O Kiro conectado à conta AWS por servidores MCP de leitura, com steering de operação e a regra de que mudança passa por pessoa, processo e registro.
Ver o exemplo de escopoSpecs, steering, hooks, MCP, onde o Kiro roda, planos e a ordem de adoção que evita automatizar um agente que ainda não conhece o projeto.
Ler o artigoPermissões, arquivos fora do alcance do agente, hooks de verificação, revisão humana e trilha de auditoria, camada por camada.
Ler o artigoVocê escolhe o horário na agenda: são 30 minutos com um arquiteto AWS, focados no repositório, no fluxo e nas regras de dado do seu time. Se preferir escrever, conte a stack, o tamanho do time e como a IA já aparece no dia a dia. Quem responde é um engenheiro da RFX.